Sempre de bike

Sempre de bike
Minha nova paixão!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Despedida

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

sábado, 21 de janeiro de 2012

Barra Grande - BA

Primeiras férias do ano, na Barra Grande - BA, localizada na Península de Maraú, um lugar lindo, calmo, pé na areia (o tempo todo) e o mais importante: não tem CVC! Eles ainda não alcançaram o paraíso, ufa, só assim para se ter paz!!
Contemplamos o pôr do sol todos os dias, o aplaudimos, merecidamente, pois ele deixou as minhas férias mais bonita, mais leve, mais bronzeada. A minha única dificuldade: a comida, pra quem não come peixe, ou melhor, nada do mar, é sofrido um lugar assim, mas me virei bem: dale carne de sol, queijo coalho, batata frita e coca-cola, com tudo isto junto, no meio da viagem meu organismo reagiu, mas nada que muita água e uma boa noite de sono não resolvessem, recuperada, fui comer crepe, delicia! Até arrisquei uma mordida no peixe branco, mas na minha praia o que nada é filet mion.
A pousada, engraçada, estávamos na do Joel e fomos parar no Mediterrâneo, as duas deixaram a desejar, mas na última tínhamos o mar para olhar, vou me abster da parte do papel higiênico.
Em Barra Grande só se anda de havaiana ou descalço, não tem como colocar outra coisa, é tudo areia, lavar o pé? Pra que? Só se for na água do mar.
E no encontro do Rio com o mar, chegamos no bar da Rô, ouvindo bossa nova, mergulhamos, nadamos, fomos servidas em uma mesa flutuante e lá ficamos até o dia acabar.
E agora acabou mesmo, acabou a viagem e recomeça a vida em São Paulo, que para mim, não é nada ruim.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Peripécias de uma viagem de avião...

18 de dezembro de 2011, domingão de sol exorbitante, perfeito para pedalar na Ciclo Faixa ou passar o dia inteiro na piscina, porém estou ca, eu, vindo à Recife a trabalho, até ai tudo bem, paro e penso: vou pegar uma praia, uma brisa, por o pé na areia, fazer qualquer coisa diferente da habitual rotina paulistana, porém para chegar até Recife, é preciso encarar algumas etapas e a primeira delas é o aeroporto lotado em Guarulhos (sorte que eu fiz meu check-in em casa) e logo após, dividir o espaço do avião com pelo menos 200 passageiros que vão para o mesmo lugar que você. A minha poltrona era a 21 C, oq significava meio do avião e corredor, mas ERA, porque ao chegar nela fui sutilmente surpreendida por um casal solicitando que eu trocasse de lugar para que se sentassem juntos, parei novamente e pensei:vou fazer a minha boa ação do dia e fui parar no fundão, para não dizer na penúltima poltrona, janela, lá perto da porta de emergência, onde guardam-se as comidas e os comissários ficam sentandos no período pós serviço de bordo, o fundão não seria tão ruim, se eu ao menos pudesse reclinar a poltrona sem atrapalhar o cidadão atrás de mim, que diga-se de passagem está numa situação pior que a minha sentado na fileira 38 e também não houvesse aqueles amáveis bebês, alguns recém nascidos aos prantos e berros que nem os pais sabem calar, lembrando que eu não tenho nada contra pequenos, mesmo porque terei alguns, mas dos outros agradeceria se ao menos não gritassem no meu ouvido! Devia ter idade mínima para andar de avião ou aeronave só para pais com crianças até 5 anos, ah como seria bom! O mundo agradeceria :) Sendo assim, para me distrair durante este voo tranquilo, depois de jogar 10 partidas de paciência, ouvir música, devorar a revista que comprei no saguão do aeroporto, resolvi relatar este momento e conclui que realmente estamos neste mundo para exercitar a paciência... Ufa...vai pousar!

domingo, 13 de março de 2011

Nada como acordar e logo cedo já receber uma linda mensagem...

A vida é muito curta para acordar com arrependimento. Ame as pessoas que te tratam bem, ame também as que não.
Acredite que tudo acontece por uma razão, se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos, se isto mudar a sua vida, deixe acontecer, beije devagar, perdoe rápido... Deus nunca disse que a vida seria fácil, ele simplesmente prometeu que valeria a pena. Desejo que você tenha um perfeito dia e que todas as coisas boas acoteçam em sua vida.

Edu, tudo em dobro prá vc, incluso os beijos rs

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O "estado" das coisas

A vida é um aprendizando constante, as vezes chega a perder a graça, nem tudo é realmente flores, mas também nem tudo é o fim do mundo, apesar de parecer. E parece, porque queremos ver assim, é mais fácil, mudar o modelo de olhar exige esforço, determinação e fé. E a fé, é algo além da vida, é acreditar em algo que não sabemos ao certo, a fé existe para encontrarmos a paz.E que paz? De espírito, de mente, de desapego...de viver e deixar ir embora.
Eu passo dias me torturando por algo que ainda não chegou e quando chega, a tortura começa com outra coisa. Por que ser assim? Não sei,talvez medo, de perder alguém, de decepicionar o outro, de não se sentir querido, somos condicionados a isto, o mundo está insano, as pessoas são egoistas, cada um só pensa em si, temos que correr atrás do nosso, senão ficamos sem. Mas sem oq? Será que vale esta correria? Ela realmente nos leva à algum lugar? A gente corre, corre, corre com o trabalho, com os amigos, com a família, nos esforçamos, nos cobramos de nos matamos para agradar ao outro, mas esquecemos que podemos morrer no meio do caminho e não chegarmos lá.
Tudo isto é muito louco, eu ainda não encontrei a minha paz, mas a cada manhã, abro um livro, com palavras de esperanças, e que me faz lembrar que há algo muito além de tudo isto aqui e que realmente o "estado" que ficamos por certas coisas, não vale a pena.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Tudo Passa

Não te esqueças, sempre de meditar na transitoridade de tudo.
Problema algum vem para ficar.
Nenhuma alegria é eterna.
Aborrecimentos surgem e vão.
Dias felizes são momentos fugazes.
Não te fixes, demasiadamente, em teus estados de espírito.
Trabalhar para perpetuar o bem, com o propósito de fazer durar a serenidade.
Assim, como se alternam as estações, alternam-se as faces da alma no corpo.
A dor que te parece eterna é prova passageira.
A alegria perene está na perfeita intregração com Deus.
A paz que se foi há de voltar.
Sofrimento que vem há de ir embora!
Conversa. no entanto, contigo a certeza de que o bem que praticas cotidianamente é uma benção que se faz constante.

Pág 165 - "Vigiai e Orai - Calos A. Baccelli/ Irmão José

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

It's time...

It's time to change, time to be tired, time to sleep, time to relax, time to be free. It's time to cry, time to fly, time to love and time to die. It's time to live and to leave, those all depedens what time of your life you are...
It's time to be, it's time to see, it's time to do everything, it's time to be yourself no matter what they say.
It's time to stop and ask: what am I doing? Is it enough to be happy? Maybe you will never know the answer so, just live, just breath, just pray and say: Thank you for everything.